Hedge em commodities: por que é uma ótima opção neste mercado?

O hedge em commodities contribui para proteger da volatilidade, agregando valor a toda a cadeia deste mercado global.

08 de novembro de 2023

Hedgepoint Global Markets


Você já deve ter lido o nosso conteúdo falando sobre os fundamentos de hedge. Hoje, queremos explicar em detalhes sobre o hedge em commodities, destacando para quem é indicado, qual a sua importância e como funciona neste mercado.

Quanto mais se busca por informações, melhores são as soluções encontradas. Nesse sentido, o hedge contribui para proteger da volatilidade, auxiliando na tomada de decisões. Existem diversos instrumentos de hedge que podem ser aplicados para gerenciar riscos inerentes ao setor de commodities.

Para entender melhor sobre o assunto, continue a leitura!

Para quem se indica o hedge em commodities?

Indica-se o hedge para todos que estão expostos a variações de preços e gostariam de se proteger neste cenário. Pode ser o caso de quem produz ativos físicos, como o milho. Players que dependem de commodities energéticas também se beneficiam do hedge, pois estão sujeitos à oferta e demanda internacional de petróleo, por exemplo.

Quem trabalha com negociações em moedas estrangeiras se vê exposto às oscilações no câmbio. Já no contexto nacional, as instabilidades decorrentes de anos eleitorais e alterações governamentais exigem a adoção de mecanismos para encontrar solidez.

Em outras palavras, todos podem adentrar neste universo em busca do hedge para se sentirem mais seguros. Desde gestores com experiência limitada a produtores do agronegócio e empresários que realizam grandes transações.

Em quais commodities se utiliza o hedge?

As commodities são produtos originados do setor primário da economia. Ou seja, mercadorias básicas, em sua maioria vendidas in natura ou pouco modificadas. O Brasil é um importante produtor e exportador de commodities, sendo algumas das principais:

Commodities que hEDGEpoint Global Markets atua

O hedge diz respeito às transações financeiras que são complementares às transações do ativo em si. Desse modo, visa atingir o resultado mais eficiente na soma dessas transações.  Por isso, apliaca-se em qualquer tipo de commodity. Tanto é que ele também se utiliza  em outros mercados, como o de ações.

Por que realizar hedge no mercado de commodities?

O mercado de commodities é um dos mais comuns para realizar o hedge. No agronegócio, uma das grandes dificuldades para garantir preços ideais e ter estabilidade nas margens do negócio  são as imprevisibilidades. Entre elas, podemos destacar as intempéries do clima e os conflitos geopolíticos.

Quando há desequilíbrios na oferta e demanda, o que pode ocorrer devido a fenômenos como o El Niño ou guerras, as commodities podem sofrer volatilidade. Com isso, há alterações nos preços que apresentam chance de afetar os produtores e demais players. A situação política e econômica local dos países também influencia globalmente, principalmente no caso de grandes produtores mundiais.

Por isso, variações na taxa de câmbio dos Estados Unidos, por exemplo, repercutem em todo o mercado. Afinal, negociam-se muitas commodities em dólar. Além disso, diversas nações exportam seus produtos para o país norte-americano ou importam mercadorias de lá.

  • Leia também: Como a volatilidade impacta o mercado de commodities?

Razões não faltam para os negociadores desta área aplicarem as ferramentas de hedge. Quer entender como isso funciona na prática? Explicamos em seguida!

Como o hedge em commodities é realizado?

Em commodities, o hedge comumente emprega derivativos, o que inclui a compra e/ou venda de contratos a termo, contratos futuros ou contratos de opção.

Para entender, imagine a seguinte situação: um produtor de soja está com medo de que o produto fique extremamente barato para venda daqui a 3 meses. Então, ele resolve estabelecer um preço fixo para vender a sua mercadoria, através da venda (feita hoje) de um contrato futuro com vencimento em 3 meses.

Ou seja, o produtor continuará com o preço da sua soja física que será negociado no futuro (lado das transações do ativo físico em si). Porém, no lado das transações financeiras, o produtor já definiu qual será o preço de venda da sua soja. Para isso, recorreu ao instrumento financeiro de contrato futuro.

Assim, quando entregar a soja colhida daqui a 3 meses, se o preço tiver caído, o produtor irá ter o seguinte cenário:

  1. Nas transações do ativo físico em si, venderá sua soja mais barata, ao preço do mercado do momento;
  2. Nas transações financeiras, receberá um ajuste financeiro positivo, que é a diferença entre o preço do mercado atual e o preço de venda fixado no contrato futuro. No somatório final, o produtor terá como resultado o preço de venda fixado inicialmente no contrato futuro.

Dessa forma, o produtor consegue ter maior previsibilidade das receitas devido ao valor fixado, independente de o mercado variar os preços para baixo.

Contudo, se os preços variam para cima neste período, o cenário se inverte. Entretanto, o resultado final é o mesmo: preço de venda mais caro na transação do ativo físico + ajuste negativo da transação financeira = preço de venda fixado no contrato futuro.

Onde realizar o hedge em commodities?

O hedge em commodities ocorre em um ambiente chamado Bolsa de Mercadorias e Futuros. Esse espaço permite que valores sejam travados para transações que ainda serão realizadas, com datas e vencimentos definidos previamente. Para os consumidores da commodity, o hedge ajuda a proteger o resultado do negócio. Isso acontece no cenário em que os preços se elevam demais em caso de escassez de produtos.

Vale destacar que os contratos futuros são negociados em mercados de alta liquidez e, portanto, têm fácil liquidação. Isso é possível ao executar, nos mesmos mercados, uma operação contrária à posição do contrato futuro inicial.

Assim, o produtor de soja pode liquidar e encerrar a transação financeira em qualquer momento, mesmo antes do vencimento de 3 meses. Essa é uma possibilidade caso haja interesse de negociar o ativo físico em si também antecipadamente ao momento da colheita.

hEDGEpoint: hedge em commodities com ferramentas sofisticadas

Entender quais os instrumentos mais adequados de hedge pode ser a chave para evitar surpresas desagradáveis em seu negócio. Porém, não basta apenas decidir usar essa forma de proteção: é necessário ter um amplo estudo e conhecimento prévio.

A melhor opção para realizar hedge eficazmente é contar com um parceiro que realmente entende do assunto. Ou seja, que possua vasta compreensão do mercado financeiro e, ao mesmo tempo, do agrícola, energético e de moedas. Somente a partir de uma visão minuciosa de um contexto tão complexo será possível tomar decisões assertivas.

A hEDGEpoint alia o conhecimento de profissionais às soluções em gestão de risco. Unimos a inteligência de mercado à análise de dados para gerar insights, proporcionando sempre a melhor experiência em operações de futuros. Estamos presentes globalmente, atendendo a qualquer momento e em qualquer lugar.

Entre em contato com um profissional da hEDGEpoint para saber como utilizar o hedge em commodities a favor do seu negócio.

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